A asa dianteira da Aston Martin tem se mostrado flexível demais nesta temporada. Pelo menos é o que informa o Autosport.com. Uma asa dianteira flexível ofereceria vantagens significativas às equipes, pois ela se dobraria nas retas para reduzir o arrasto.
Muito se falou sobre a possibilidade da asa dianteira da Aston Martin estar excessivamente flexível durante algumas corridas da temporada. Esse boato teria surgido a partir das imagens feitas do carro de Fernando Alonso, que correu com ângulos de asa muito altos e que ela se dobrou quando ele atingiu a velocidade máxima na reta.
É claro que se isso estiver mesmo acontecendo, a Aston Martin não estaria de acordo com a regra que diz que todos os componentes aerodinâmicos ou do chassi que influenciam o desempenho aerodinâmico do carro devem estar rigidamente fixados e imóveis. O Autosport informou que soube que o órgão regulador tem prestado atenção extra à construção das asas dianteiras este ano para evitar que as equipes usem soluções inteligentes para tirar proveito das peças flexíveis.
Na época do Grande Prêmio da Espanha, o desempenho de Alonso e Stroll estava diminuindo nas curvas de baixa e média velocidade. A própria equipe não confirmou nem negou se era realmente isso o que estava acontecendo, mas, de acordo com o Autosport, a Aston Martin teve que fazer ajustes na asa dianteira.